Estar nas nuvens é para todos?

O serviço de Cloud Computing começa a atrair pequenos e médios empresários.

Lançado no mercado há alguns anos, o Cloud Computing (“computação em nuvem”) já foi incorporado por milhares de empresas pelo mundo. As grandes corporações foram as primeiras a aderir ao serviço, por estarem alinhadas às tendências e inovações da área. Depois do impacto inicial fica a pergunta: o Cloud Computing é acessível a qualquer empresa?

Segundo Juliano Simões, diretor de tecnologia do CentralServer – uma das pioneiras na oferta do serviço no Brasil -, a resposta é sim, já que as empresas dependem da estabilidade e segurança dos seus servidores para desempenhar suas atividades. “O serviço é indicado às empresas que mantenham sites de missão crítica ou alto tráfego, que não podem estar sujeitos a variações de desempenho e disponibilidade”, diz. Antes restrito a uma parcela do mercado, que conhecia seus benefícios, agora o Cloud Computing começa a se popularizar e atingir a uma nova faixa de companhias.

Hoje em dia migram para a nuvem todo e qualquer tipo de programas. São aplicativos de textos, planilhas, softwares e até recursos de hardware. O serviço oferece esta flexibilidade, de alocar os recursos dos computadores sob medida, conforme a disponibilidade e necessidade do cliente. Além disso, a possibilidade de desonerar as empresas do custo de manutenção de centros de dados próprios, transferindo a infraestrutura ao Cloud Computing, é um fator decisivo.

Investimento pé no chão

Além do fator monetário, as empresas provedoras do serviço garantem que a confiabilidade e a capacidade de gerenciamento da nuvem são superiores. “O ambiente é mais confiável do que uma rede tradicional porque quando um servidor da nuvem apresenta falha ele é automaticamente substituído por outro. Desta forma, o funcionamento dos sistemas deixa de depender apenas de uma máquina”, afirma Simões. Para ele, o uso dos recursos é otimizado, “tanto a capacidade quanto o custo de operação dos servidores podem ser aumentados ou reduzidos de acordo com a necessidade”, complementa.

Estar ou não na nuvem também depende dos questionamentos do cliente com relação à segurança. Um dos modelos do Cloud Computing, denominado Infraestrutura como Serviço (IaaS), foi base de um estudo divulgado em agosto pelo instituto de pesquisas Yankee Group. O material mostra que a maioria das companhias que pensa em adotar a implementação do IaaS veem a segurança como principal obstáculo na aquisição do  serviço. Por outro lado, as empresas que já utilizam o IaaS perceberam que o cuidado com a segurança física e lógica do sistema já compõe o dia a dia dos provedores de serviço, portanto é uma obrigação operacional.

O CentralServer

img_cloud_csHá dez anos atuando nos segmentos de hospedagem de sites e Data Center, o CentralServer oferece o modelo IaaS de Cloud Computing, sendo uma das primeiras empresas do Brasil a disponibilizar este serviço. Com ele, o cliente controla o sistema operacional ou os programas básicos do servidor virtual conforme o nível de gerenciamento contratado. “Contamos com vários servidores de alta capacidade de processamento e disponibilidade, que estão conectados às unidades de armazenamento através de uma rede de alta velocidade. Isto permite alocarmos de forma exclusiva os recursos computacionais contratados”, explica Simões.

Apesar de um serviço conhecido, a sua utilização pelo mercado ainda é modesta considerando a capacidade disponível. A tendência é a contratação do ambiente de nuvem como um serviço e não apenas como tecnologia. Com o domínio do Cloud Computing, a demanda será por provedores que apliquem a elasticidade, oferecendo soluções flexíveis que permitam a rápida adaptação da nuvem às necessidades corporativas. Mais informações: www.centralserver.com.br

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